O ataque foi realizado pelo grupo neonazista alemão Baader-Meinhoff, que fazia ostensiva propaganda antijudaica.
Os ativistas eram integrantes do grupo palestino Setembro Negro e exigiam a libertação de militantes palestinos e de outros líderes terroristas internacionais.
O ataque foi realizado por terroristas contrários aos acordos de paz firmados entre o governo israelense e líderes palestinos.
A prisão do líder palestino Yasser Arafat, realizada por forças militares israelenses, foi o estopim do conflito.
O ataque foi promovido por integrantes dos grupos terroristas israelenses Haganah e Irgun, infiltrados entre os atletas olímpicos.